Você já sabe identificar. O que falta é uma forma objetiva de mostrar — para o laudo, para o paciente, para o resultado do tratamento.
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A sequência certa é aprender o protocolo primeiro. A câmera vem depois — com mais segurança e sem desperdício de investimento.
A paciente com lipedema já fez ultrassom, já fez bioimpedância. A imagem infravermelha não substitui nenhum deles — ela documenta o padrão microvascular e inflamatório nos tecidos.
Termografia envolve física, fisiologia e interpretação de padrões térmicos. Não é trivial. Mas com um protocolo validado por consenso internacional e uma sequência estruturada de aprendizado, essa complexidade se torna percorrível — e aplicável na prática clínica.
Você já trabalha com lipedema — ou quer começar — e sente que falta uma ferramenta que completa o que o exame físico já mostra.
Mais de 13 anos de experiência em imagem infravermelha clínica.
Responsável pelo serviço de fisioterapia do Instituto Belzack de Cirurgia Endovascular (SP). Mentora de fisioterapeutas em reabilitação vascular.
Doutora em Ciências Médicas pela UNIFESP. Pesquisadora ativa em termografia infravermelha e docente em cursos de especialização na área.
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10 de março · Gratuito · Ao vivo · 20:30